Quarentena, isolamento social… Afinal de contas, o que é melhor contra o COVID-19?

Muito se tem discutido sobre as diversas maneiras de evitar a proliferação do novo Coronavírus no Brasil e no mundo. O que funciona mais? Vamos conversar!

_-

Desde dezembro de 2019 estamos acompanhando o surgimento e disseminação do novo coronavírus, o COVID-19. A OMS declarou pandemia no dia 11/03 e, desde então, acompanhamos países enfrentando graves surtos e impondo a quarentena como uma solução para conter a disseminação do vírus. Mas, como funciona a quarentena? Ela é importante? É realmente efetiva? Vamos conversar um pouquinho sobre isso.

Aqui no Brasil, o primeiro caso do novo coronavírus foi confirmado no dia 25/02, tendo atualmente 314 casos confirmados, 8.819 suspeitos e 1.890 descartados. A disseminação do vírus está crescendo de maneira exponencial, o que preocupa as autoridades do país e a população no geral. Como lidar com esse momento? O que podemos fazer? Algumas recomendações são dadas para evitar que o vírus se espalhe ainda mais. 

Em meio ao surto, o Ministério da Saúde publicou uma portaria com regras sobre a adoção do isolamento e da quarentena. As medidas previstas como meios de enfrentamento da doença entrou em vigor em 6 de fevereiro, na lei nº 13.979.

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou na tarde de sábado (21) que todos os 641 municípios do Estado de São Paulo entrem em quarentena pelo período de 15 dias. A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança.

Quarentena

A quarentena é a restrição de atividades comuns da rotina para pessoas que não estão infectadas ou que não apresentem os sinais da doença. É uma medida administrativa que visa separar essas pessoas das que estão com o COVID-19, evitando a propagação do vírus. Pode durar até 40 dias, podendo se estender pelo tempo necessário para reduzir a transmissão comunitária.

Isolamento

O isolamento separa pessoas confirmadas ou que estejam em investigação clínica e laboratorial (sintomáticas ou assintomáticas). Ou seja, pessoas que tiveram contato com alguém que teve o COVID-19 suspeito ou confirmado e para pessoas que voltaram de viagem de lugares que enfrentam o surto do vírus recentemente. Esse isolamento pode ser feito em casa ou em hospitais e tem como objetivo, evitar a propagação da infecção e transmissão local. Para esse caso, é necessário um termo de consentimento livre e esclarecido do paciente.

Essa medida só pode ser determinada por prescrição médica ou por um epidemiologista, por um prazo máximo de 14 dias. Esse prazo pode ser estendido ou reduzido conforme o resultado do exame. A recomendação é seguir as diretrizes e direcionamentos dos profissionais de saúde, que estão trabalhando incansavelmente durante essa pandemia.

A medida de isolamento e de quarentena tem como principal objetivo retardar e evitar a disseminação do vírus, visando o “achatamento da curva” como demonstrado na imagem abaixo:

O achatamento da curva é importante para evitar que a rede de saúde enfrente um pico de casos e não tenha mão de obra e material necessário para atender todos os pacientes. Com a curva achatada, os hospitais adquirem mais tempo e qualidade para tratar dos pacientes infectados. 

Buscando ajuda

Os sintomas do COVID-19 são bastante parecidos com os de uma gripe comum, como dor de cabeça, febre, dor no corpo, dor de garganta e coriza. Com a semelhança, é comum que diversas pessoas procurem o Pronto-Atendimento pelo aparecimento de qualquer um dos sintomas listados acima, o que pode ser um perigo em tempos de crise. Ao visitar o hospital, você fica exposto a diversos riscos, além de infectar outras pessoas caso realmente esteja com o COVID-19. Por isso, é recomendado buscar o Pronto-Atendimento mais próximo apenas se você apresenta sintomas graves da doença. Para quem teve contato com algum caso confirmado do vírus ou voltou de viagem recentemente, é recomendado que procurem um posto de saúde, em vez de Pronto-Atendimento. De acordo com as contas realizadas pelo Ministério da Saúde, eles são capazes de atender 90% dos casos da doença.

Mas então, o que fazer quando surgir uma dúvida? Onde posso buscar informação?

A Telemedicina é uma importante aliada no combate ao COVID-19. Com ela, o paciente consegue se comunicar com o médico através de uma chamada de vídeo, podendo tirar dúvidas, receber orientações e entender se o caso se enquadra como potencial coronavírus ou se pode ser apenas um resfriado comum.

Onde encontro a Telemedicina?

Na Docway, oferecemos atendimentos por vídeo através das maiores seguradoras de saúde, seguradoras de viagem e como benefício para sua empresa. Leve este benefício para empresa também! 

LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

Você sabia que seus dados pessoais estão protegidos aqui na Docway? Vamos te explicar ;D

Você sabe o que é LGPD e qual seu objetivo?

A Lei Geral de Proteção de Dados é um conjunto de regras que têm como principal objetivo garantir a proteção, tratamento e privacidade de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, coletados e/ou tratados no Brasil.

Ela entrará em vigor no ano que vem (2020) e terá um impacto muito grande na sociedade, criando um regramento para o uso de dados pessoais no Brasil, tanto online quanto offline, nos setores privados e público.

Sendo assim: todas as empresas que fazem o tratamento de dados pessoais deverão tomar uma série de medidas para garantir o cumprimento da nova legislação.

E como essa lei é aplicada?

A lei é aplicada a qualquer operação de tratamento realizada por pessoa natural ou pessoa jurídica de direito público ou privado, em território nacional. Ou seja, a lei abrange dados coletados no Brasil, por brasileiros, armazenados e tratados no país.

Aqui na Docway…

Os dados pessoais de nossos pacientes e médicos estão totalmente protegidos, sendo guardados em ambiente seguro e protegido pela lei.

Quero saber mais sobre a LGPD

Se você quer saber tudo sobre a LGPD, seus impactos, seus objetivos e como funciona aqui na Docway, basta realizar o download da nossa cartilha explicativa.

Cuidamos de você, onde estiver <3

Dia das crianças – Cuidados com a saúde dos pequenos!

Em comemoração ao dia das crianças, preparamos um post especial sobre os cuidados com a saúde dos pequenos! <3

______

As experiências dos primeiros anos de vida são fundamentais para a formação de nossos futuros adultos. Por isso, é muito importante que crianças se desenvolvam em ambientes saudáveis: cercada de muito amor, respeito e liberdade para brincar e descobrir o mundo todos os dias.

Mas é claro que, com toda essa liberdade, a responsabilidade de criar nossos pequeninos é muito grande. Medos e inseguranças sobre cuidados da saúde são extremamente naturais. Para começar, precisamos lembrar que é muito importante estimular desde cedo o desenvolvimento da criança e vigiar os primeiros anos de vida, que é a etapa onde o tecido nervoso mais cresce e amadurece.

Listamos alguns cuidados importantes e imprescindíveis que é preciso ter com a saúde da criança. Vamos lá?

______

Pré-Natal e Parto

Os cuidados com a saúde do bebê começam assim que a gestação é confirmada. A partir disso, a mãe passa a ter acesso ao pré-natal, que são consultas cheia de informações e orientações necessárias para o bom desenvolvimento e acompanhamento da gravidez. As consultas devem começar, idealmente, nos três primeiros meses da gestação! É importante lembrar também das vacinas que precisam ser tomadas pelas gestantes durante a gestação. São elas:

  • Vacina contra a gripe: a vacinação é aplicada gratuitamente às mães nos postos de saúde e deve ser tomada antes ou durante o inverno, período de maior risco. Ela deve ser aplicada mesmo que a mulher já tenha sido vacinada na gravidez anterior e pode ser tomada em qualquer período da gestação. 
  • Tríplice Bacteriana Adulta (DTPa): essa vacina protege contra Coqueluche, Tétano e Difteria. É importante lembrar que a Coqueluche é a quinta maior causa de morte em crianças, sendo especialmente graves em bebês de até seis meses. Essa vacina deve ser tomada pela mãe entre as semanas 27 e 36 da gestação. 
  • Hepatite B: Essa vacina também é importante pois, no caso de transmissão perinatal, quase 25% das crianças contaminadas podem desenvolver infecção hepática crônica. A vacinação contra a Hepatite B está no calendário oficial infantil, e quem toma as três doses, em geral, já tem proteção por toda a vida. 

Sobre o momento do parto, é importante ter um contato pele-a-pele imediato após o nascimento do bebê, pois é algo que ajuda na adaptação do recém-nascido à vida fora do útero. Além disso, o início da amamentação deve ser feito o mais cedo possível, pois fortalece a proteção à saúde da criança. 

______

Cuidados depois do nascimento

Todo bebê precisa realizar quatro exames que são extremamente importantes para a sua saúde, os chamados exames de triagem neonatal. São eles:

  • Teste do Pezinho: é a principal forma de diagnosticar seis doenças: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme, fibrose cística, deficiência de biotinidase e hiperplasia adrenal congênita.
  • Teste do Olhinho: é um exame simples, rápido, fácil e indolor. Pode identificar qualquer alteração como catarata, glaucoma e outros problemas que, se descobertos cedo, são tratáveis, o que permite o desenvolvimento normal da visão.
  • Teste da Orelhinha: esse exame é feito geralmente no terceiro dia de vida do bebê e identifica problemas auditivos. O teste é realizado enquanto o bebê dorme, em sono natural e é indolor. 
  • Teste do Coraçãozinho: esse teste é feito entre 24h e 48h após o nascimento, e é simples e indolor. É importante lembrar que problemas no coração são a terceira maior causa de morte em recém-nascidos. Por isso, é extremamente importante realizar o teste, pois, quanto mais cedo um problema for identificado, maiores são as chances de tratamento.

______

Aleitamento

O aleitamento materno é uma das coisas mais importantes para o desenvolvimento da saúde do bebê. O leite materno é um alimento completo, suficiente para o bebê até os 6 meses de vida. É rico em anticorpos, o que protege a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias. Além disso, diminui o risco de hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade.

______

Alimentação para crianças de 2 a 10 anos

É importante manter uma alimentação balanceada e saudável, oferecendo alimentos variados. É importante ensinar a comer devagar, com tempo para mastigar bem os alimentos, e dar preferência aos alimentos integrais e na forma mais natural. Também é preciso oferecer legumes e verduras nas duas principais refeições do dia, bem como duas frutas nas sobremesas e lanches.

O arroz e o feijão são os astros e devem estar presente todos os dias ou, no mínimo, cinco vezes por semana. É importante não misturar bebidas com comida, mas você pode oferecer meio copo de suco de fruta natural após as refeições.

Queijo e derivados são importantes e podem estar presente três vezes ao dia. Evite alimentos gordurosos e refrigerantes ou sucos industrializados. Além disso, estimule a criança a beber no mínimo quatro copos de água durante o dia para manter a hidratação do corpo. Além da alimentação, atividades físicas são extremamente importantes para manter o peso ideal da idade e uma vida saudável.

______

Vacinação

Toda criança tem direito de receber gratuitamente a Caderneta de Saúde da Criança, que deve ser devidamente preenchida. É um documento muito importante para acompanhar a saúde, o crescimento e o desenvolvimento da criança, do nascimento até os 9 anos de idade. Além disso, é importante ter atenção ao calendário de vacinação infantil para não esquecer as datas para tomar cada uma das doses dos diferentes tipos de vacina. São elas:

  • BCG-ID
  • Febre Amarela
  • Hepatite A
  • HPV
  • Hepatite B
  • Hemófilos tipo B
  • Influenza
  • Meningocócica C conjugada
  • Pneumocócica conjugada
  • Poliomielite
  • Rotavírus
  • Tríplice Bacteriana
  • Tríplice Viral
  • Varicela

______

Acompanhamento

É importante realizar o acompanhamento do desenvolvimento e crescimento da criança com a ajuda de um profissional.

______

Para consultas com Pediatra, você pode sempre contar com a Docway! <3


Setembro Amarelo: qual a importância? Como ajudar? O que fazer?

Vamos conversar um pouco sobre esse mês tão importante e necessário?

Apoio, amor e acolhimento são as coisas mais importantes.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, aproximadamente 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos. É a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Só no Brasil, 32 suicídios ocorrem diariamente, média de 1 morte a cada 45 minutos. O número de mortes por suicídio só fica atrás de acidentes de trânsito. 

Se assustou com os dados? Nós também! São números extremamente alarmantes e preocupantes, que mostram a necessidade de discussão sobre o assunto. O suicídio pode parecer um ato extremo e solitário, até mesmo egoísta, mas não é. Pode ser prevenido com cuidados certos, acolhimento, amor, respeito e ajuda. Por isso, é de extrema importância o debate sobre o assunto. 

Mas, como falar sobre suicídio? Parece desafiador abordar um tema tão sensível, principalmente com alguém que já pensa sobre o ato. Muitas pessoas até pensam que conversar sobre o assunto pode servir como uma espécie de incentivo, mas não é verdade! Quanto mais se falar sobre o assunto, maior a chance de prevenção. 

Sente em uma posição confortável e respire fundo. Estamos juntos nessa! Vamos conversar um pouquinho?

Primeiramente…

É importante salientar que pessoas que falam sobre cometer suicídio tem 30 vezes mais chances de cometer suicídio. Isso mesmo, 30 vezes mais chances!! Sabe aquela frase que algumas pessoas dizem: “se quer se matar, não fica anunciando antes”? Não é verdade. Abandone essa frase agora mesmo se você é uma das pessoas que a utiliza. Perguntar sobre suicídio e oferecer ajuda não vai incentivar a pessoa a se matar. 

O primeiro passo é observar quantos sinais de alerta de suicídio estão presentes e entender se a pessoa precisa de ajuda. Aqui estão alguns sinais comuns de quem enfrenta o problema:

Fique atento aos sinais

Para conversar com alguém que tenha pensamentos suicidas, é preciso tomar alguns cuidados. A conversa precisa ser calma, com carinho e bastante atenção, afinal de contas, a pessoa está passando por uma batalha interna da qual não fazemos a menor ideia. Por isso, é importante praticar empatia e se esforçar para ajudá-la da melhor forma possível. Importante: você pode (e deve!) desempenhar um papel crucial ajudando alguém que está lidando com pensamentos suicidas, mas você não é um profissional e, por isso, há limites do que pode fazer. Aqui estão algumas dicas: 

  • Escolha um lugar calmo e confortável 
  • Separe um tempo suficiente para estar com sua atenção 100% na conversa
  • Seja paciente
  • Dê sua atenção total à outra pessoa 
  • Não seja duro demais consigo mesmo… Se sentiu que disse algo errado, não entre em pânico! 
  • Não interrompa ou ofereça uma solução para todos os problemas. O importante na conversa é ouvir 
  • Não tente empurrar suas próprias ideias sobre como a pessoa deve estar se sentindo… Deixe que ela fale, que ela explique, que ela demonstre… É um momento de acolhimento, não de discussão. 
  • Verifique se a pessoa sabe onde e como obter ajuda profissional e a incentive

Se você não faz ideia de como abordar, quais frases utilizar, como iniciar uma conversa, separamos aqui alguns exemplos de situações e frases (indicadas pela Clínica de Psicologia Eurekka)

O que dizer quando você escuta a pessoa falar coisas como “tudo seria melhor sem mim” 

  • Ultimamente, eu ouvi você falando umas frases que me deixaram preocupado, como quando você falou que as coisas seriam melhores sem você. Pode ser coisa da minha cabeças, mas eu fiquei preocupado e precisei te perguntar: você tem pensado em suicídio? Como eu posso te ajudar?

O que dizer quando você percebe que a pessoa está abandonando compromissos e pessoas

  • Eu percebi que você está diferente nos últimos tempos. Você está ficando mais em casa, parou de fazer seu curso, não está vendo seus amigos… E eu estou bastante preocupada que você esteja pensando em cometer suicídio, ou que esteja passando por outros problemas. Eu sei que pode ser só coisa da minha cabeça, mas eu precisei falar com você porque eu me preocupo muito. Está tudo bem? Posso te ajudar de alguma forma?

O que dizer quando você percebe que a pessoa está fazendo coisas para se despedir da vida

  • Então, eu percebi que você doou aquele livro autografado e passou um tempo escrevendo algumas cartas para pessoas… Percebi que você tem se despedido e eu sei que pode ser apenas coisa da minha cabeça, mas, estou preocupado. Você está pensando em suicídio? Está tudo bem?

É importante perceber que a abordagem deve ser feita de maneira calma, passiva e com um tom de preocupação. A pessoa precisa se sentir acolhida, sentir que tem em você um local seguro para conversar, desabafar e pedir ajuda. Pode parecer desafiador, mas é extremamente importante. Além disso, sempre incentive a busca por atendimento profissional. 

Apesar de dados alarmantes e preocupantes, nem tudo está perdido. Ainda podemos reverter esse quadro e precisamos de você, da sua ajuda e da sua atenção para conversar com pessoas que estejam passando por momentos difíceis. Segundo dados da OMS, 9 em cada 10 mortes por suicídio podem ser evitadas. Faça parte, abrace, ame, ouça, brinque, converse, acolha… o mundo precisa de amor e empatia. Precisamos parar de tratar o assunto como tabu. 

Se você é a pessoa que está lidando com pensamentos suicidas, temos um post especial para você. Lembre-se que você pode conversar com alguém do CVV (Centro de Valorização a Vida) pelo número 188 ou acessar o site www.cvv.org.br 

O CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Funciona 24h por dia, todos os dias por telefone, e-mail e chat. 

Setembro Amarelo: como receber ajuda?

Se você está passando por problemas e enfrentando pensamentos suicidas, nós estamos com você! Nos preocupamos e queremos ajudar. 

Respire fundo, fique em uma posição confortável, inspire e expire o ar com calma, sem pressa… Você não está sozinho! Vamos conversar?

Às vezes, a vida pode ser bastante complicada. Parece difícil achar alguma saída, alguma solução ou algum caminho que valha a pena seguir. Parece que estamos sozinhos, que nada nunca vai dar certo e que não tem mais jeito. Mas, tudo isso é mentira. Por mais real que possa parecer, é mentira. Não acredite, não ouça essa voz que insiste em bater na tecla de que não há mais nada a ser feito. 

Se você pensa em suicídio, você não está sozinho. Existem alguns passos que você pode seguir imediatamente para que você consiga pelo menos iniciar o processo de cura. Vamos lá:

1- Procure ajuda profissional o mais rápido possível 

Somente um profissional poderá te ajudar e te guiar por caminhos seguros. Procure por um psiquiatra e um psicólogo. Caso você não consiga acesso imediato à ajuda profissional, você pode ligar para o Centro de Valorização a Vida. Ele funciona 24 horas por dias, 7 dias da semana, por telefone, chat e e-mail. O número é 188 e o site é https://www.cvv.org.br/quero-conversar/

2- Não sinta vergonha

Não tenha vergonha de expor seus sentimentos para alguém que você confia. Colocar para fora o que você está sentindo pode ser um bom primeiro passo para se sentir um pouco mais leve e acolhido. Não tenha medo de falar. Você não está sozinho. 

3- Entre em contato com um amigo de confiança ou ente querido 

O risco de suicídio aumenta quando estamos sozinhos. Você não precisa passar por isso sozinho, não acumule pensamentos suicidas e não os deixe apenas para si mesmo. Compartilhe o que você sente com alguém de confiança, entre em contato, mande uma mensagem, faça uma chamada de vídeo…

4- Monte uma lista com as coisas que ama e que já o ajudaram no passado

Sabe aquelas pessoas que você ama? Ou lugares que você adora frequentar? Faça uma lista escrevendo tudo… Escreva o nome das pessoas, os lugares que te fazem bem ou que você ainda quer conhecer, filmes que te fazem dar risada, músicas e livros que você gosta e que em algum momento já te ajudaram… Faça o máximo de listas que puder, com coisas que você ama em si mesmo, coisas que você planeja fazer no futuro… Isso é uma maneira de controlar sua mente e afastar os pensamentos que querem te fazer mal.

5 – Monte uma lista de pessoas que o apoiem

Escreva os nomes e telefones de pessoas que você confie e deixe sempre perto. 

6- Torne a casa mais segura 

É muito importante que você se proteja de coisas que podem te machucar ao sentir pensamentos suicidas. Sendo assim, se livre de qualquer coisa que pode te ferir, como objetos pontiagudos, armas de fogo e comprimidos. Faça com que seja difícil o acesso, assim, você ganhará mais tempo para acalmar sua mente. 

7- Fique longe de coisas que desencadeiam os pensamentos suicidas

Alguns lugares, pessoas ou hábitos podem desencadear pensamentos suicidas. Sempre que possível, faça um esforço para identificar quais são seus gatilhos e tente se manter o mais distante deles possível. 

8- Foque nos aspectos positivos do passado 

Tente fazer uma lista com todos os motivos que te deixaram orgulhoso no passado. Se formar, tirar uma nota boa naquela prova difícil, apresentar um trabalho legal, fazer novos amigos, cantar sua música favorita no chuveiro… Qualquer momento do passado que tenha te deixado bem, feliz e orgulhoso. É normal que, em momentos depressivos, a gente se esqueça de como somos valiosos e importantes. Fazer uma lista com esses momentos pode te ajudar a lembrar do quão incrível você é. 

9- Defina algumas metas pessoais 

Provavelmente você tem algumas metas que ainda quer atingir na vida. Talvez sempre tenha tido o sonho de visitar o Egito, de fazer um safari na África ou de ter 10 gatos e dançar com eles antes do jantar. Não importa qual seja sua meta, anote e a mantenha em mente. Quando os momentos ruins chegarem, tente se lembrar dessa meta, feche seus olhos e imagine como será quando você conseguir realizar. Isso pode te distrair e te dar um gás a mais para permanecer lutando. 

10- Acredite em si mesmo 

Pode ser muito difícil imaginar que as coisas vão melhorar quando se está no olho do furacão. Mas, não se esqueça de acreditar em você, na sua importância, na sua capacidade e na sua força. Lembre-se que você conseguirá passar por isso. Cuide de si mesmo e assuma o controle da sua vida. Os sentimentos não são fatos, você pode desafiá-los. Sempre que eles chegarem, os confronte. Se você pensar coisas como “Estou sentindo que as pessoas ficaram melhor sem mim” confronte esse pensamento com “Mas não é verdade, pois na realidade, eu conversei com um amigo hoje e ele disse que fica feliz comigo em sua vida”. O que você está pensando não são fatos, você pode superar isso. Você é forte. 

Aqui vai uma listinha com algumas dicas do que você pode e deve manter em mente para passar pelos momentos complicados: 

  • Leia tirinhas, quadrinhos, assista comédias… Use o humor para se distrair temporariamente
  • Encontre algo que você realmente ame na vida. Pode ser uma pessoa, um animalzinho, uma plantinha… nem precisa ser algo vivo, pode ser o seu nome ou o seu quarto. Ou pode amar o modo como você fica bonito quando usa sua camiseta favorita. Não importa o que seja, mantenha esse amor em mente e sempre por perto 
  • Lembre-se do quão amado você é, por sua família, por seus amigos, por todas as pessoas que se importam com você. Pode ter certeza que perder você será terrível para muitas pessoas. 

Se você estiver com pensamentos suicidas muito fortes, procure ajuda profissional. O caminho mais rápido é o contato com o Centro de Valorização da Vida, no telefone 188 ou pelo site www.cvv.org.br 

E não se esqueça: você não está sozinho! 

Conheça dicas para controlar o colesterol!

Você sabe qual a melhor maneira de controlar o colesterol? Dica: uma dessas maneiras está na foto desse post <3

Exercício físico controla colesterol

Você sabe o que é colesterol?

Para começar com as dicas, precisamos antes entender o que é colesterol. É uma substância parecido à gordura que circula pelo sangue. É produzido principalmente pelo fígado, a partir de gorduras ingeridas. É perigoso pois, quanto maior for a concentração de colesterol no sangue, maiores as chances de obstrução do fluxo sanguíneo. 

Existem dois tipos de colesterol: o LDL e o HDL. O LDL é conhecido como “colesterol ruim”, e em excesso, pode fazer a gordura se alojar nas paredes das artérias, o que causa graves problemas de saúde. O HDL tem como função retirar os excessos de LDL dos tecidos e levá-los até o fígado, evitando assim que se acumulem nas paredes das artérias. 

De acordo com dados da OMS, doenças relacionadas ao colesterol alto, como infarto e AVC, são apontadas como sendo a primeira causa de morte no mundo. 

Mas, como podemos controlar o colesterol? Separamos algumas dicas!

Tente ao máximo reduzir a gordura saturada do cardápio. 

Todos os alimentos que possuem gordura saturada também carregam colesterol. Sendo assim, devem ser consumidos nas proporções adequadas! Alguns alimentos que carregam gordura saturada são: carnes, ovos, leites e derivados. 

Consuma mais ômega 3

É super importante pois o ômega 3 consegue evitar a formação de gorduras na parede das artérias. Sendo assim, consegue afastar o risco de doenças como infarto, hipertensão, aterosclerose e derrames. Além disso, estimula o aumento dos níveis do HDL (colesterol bom) e diminui os níveis de LDL (colesterol ruim).

Pratique exercícios

Praticar atividades físicas é um ótimo remédio e a maneira mais eficaz de aumentar a queima de gordura corporal. Além disso, ajuda na redução do LDL e no aumento do HDL. Opte por atividades aeróbicas, como a caminhada e a corrida. As atividades físicas fazem com que nosso coração fique mais forte, facilitando o controle da pressão, colesterol e peso. 

Consuma mais fibras

As fibras são uma importante aliada e diminuem a absorção de gorduras pelo organismo, reduzindo assim o nível de LDL. 

Beba chá! 

Um chazinho no final da tarde é incrível e ainda te faz bem. O chá verde contém flavonoides, que são antioxidantes que ajudam na prevenção de inflamações dos vasos sanguíneos. 

Largue o cigarro, já! 

O cigarro é lotado de substâncias nocivas, que potencializam a oxidação das partículas de colesterol, o que pode causar inflamações nas artérias. 

Alimentos que controlam o colesterol

São alimentos que fazem bem e ajudam no controle do colesterol. Opte por eles no dia a dia. 

  • Carnes magras, aves sem pele, frutos do mar, peixes (de preferência os de água salgada e fria como salmão, sardinha, atum, pois são ricos em ômega 3)
  • Cereais, como arroz integral, milho, soja, aveia, pães integrais
  • Legumes e verduras de todos os tipos
  • Todas as frutas, com exceção do coco (mas a água de coco está liberada a vontade)
  • Óleo de oliva extra virgem
  • Leite e derivados desnatados

Lembre-se sempre de procurar seu médico para saber a melhor dieta e as necessidades do seu corpo <3 

Agosto Dourado: mês do aleitamento materno

O aleitamento materno traz inúmeros benefícios ao bebê. Vamos conversar um pouquinho sobre essa fase tão importante?

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação salva mais de 820 mil crianças todos os anos. O leite materno é o alimento ideal para todas as crianças e pode garantir o desenvolvimento saudável do bebê até os dois anos de vida.

O vínculo afetivo entre a mãe e o filho é muito estimulado durante o período de aleitamento. Além disso, o leite fortalece o sistema imunológico do bebê, protegendo-o contra infecções respiratórias e intestinais. O bebê ainda ganha peso, o que o ajudará a crescer forte e saudável. 

Para que os benefícios sejam ainda mais potencializados, é indicado que o bebê consuma o leite materno até os 6 meses de vida, de maneira exclusiva. Após isso, até os 2 anos de idade, é indicado que o leite seja complementado por outros alimentos.

4 grandes benefícios do aleitamento materno. Produção: Docway

Existem diversos benefícios no aleitamento materno, como: 

Prevenir o câncer

Vários estudos já associaram a amamentação a um menor risco de bebês desenvolverem câncer na infância, principalmente linfomas e leucemia, que são os mais comuns nessa fase. 

Afastar infecções:

Os anticorpos e células de defesa que a mãe passa para o filho através do leite materno previne infecções de ordem respiratória, de ouvido e de sistema digestivo. 

Desenvolve o sistema nervoso

O aleitamento materno tem participação essencial na formação de células nervosas, além de facilitar a comunicação entre elas. Essa ação é extremamente importante, principalmente nos primeiros cinco anos de vida, que é o período no qual a maior parte do cérebro é formado. 

Reduz o risco de obesidade:

Alguns estudos mostram como as crianças que amamentam estão bem menos propensas a se tornar obesas. Isso faz com que males como diabetes e doenças cardiovasculares fiquem mais distantes. 

É importante lembrar que desde que o médico não contraindique o aleitamento materno, toda mulher pode (e deve!) amamentar o seu bebê. 

Mas, ao passo que o aleitamento é importante para o bebê, existem algumas dificuldades que podem aparecer pelo caminho. É o caso de dores na mama, nas costas, no pescoço e nos ombros. Existem algumas reclamações feitas pelas mamães que são mais comuns durante o período de amamentação. São eles: 

Dores

A dor existe por diversos motivos. Pode ser pelo bico do seio rachado, seios muito cheios, quando o bebê acaba por abocanhar apenas o bico do seio e não a auréola completa, dores nos ombros e costas por conta das posições ao amamentar. 

Para prevenir as rachaduras, você pode passar o próprio leite na mama, antes e após dar de mamar. O leite ajudará (e muito) no processo de cicatrização. Para evitar que novas rachaduras apareçam, entenda como o seu bebê está posicionando a boquinha e corrija a pega! Além disso, sempre esteja em uma posição confortável durante o período de amamentação. 

Pouco leite

Muitas mamães acabam por ouvir que devem ter pouco leite ou que o leite é “fraco”, pois o bebê não para de chorar e sente fome por várias vezes. Na verdade, o leite não é fraco e não existe pouca produção! O bebê sente fome, o que é extremamente natural, uma vez que o leite é rapidamente digerido. É importante lembrar que o bebê deve ser alimentado todas as vezes que desejar. 

Falta de apoio e críticas

Amamentação e parto são temas que causam discussões e divergência de opiniões. A melhor solução para esse caso é se informar, buscar leituras de livros que auxiliem e cursos que possam apresentar novas visões acerca do assunto. Quando possuímos informações e embasamento, sabemos o que é melhor para o bebê. Além disso, se sinta aberta para conversar com amigos e familiares sobre suas necessidades e sobre como eles podem te ajudar da melhor forma durante essa fase. 

Falta de informação e preparo

Algumas mamães acabam por se preocupar com diversos outros assuntos durante a gravidez e se esquecem de pesquisar e entender mais sobre a amamentação. Se você está gravidinha, procure se informar, converse com outras mamães, leia livros, faça cursos, participe de fóruns na internet… Afinal, nada melhor do que aprender com vivências e experiências de quem já passou por isso, não é mesmo?

Apesar de toda a importância do aleitamento materno, algumas mulheres não conseguem amamentar. E tudo bem! A mulher não se torna menos mãe por isso e nem deixa de criar um vínculo de amor importante com seu filho. Muitas vezes, as mulheres que não conseguem amamentar, por qualquer que seja o motivo, enfrentam um cenário de frustrações e julgamentos, o que não deve acontecer. Existem opções para mamães que não conseguem amamentar, como recorrer a um profissional especializado, que indicará uma fórmula láctea adequada para o seu bebê. 

Vamos falar sobre Hepatite C?

Seguindo nosso especial do mês de Julho, vamos conversar sobre Hepatite C?

O que é?

Hepatite C é uma doença viral que causa inflamação no fígado e é um dos três tipos mais comuns da hepatite viral. É uma doença silenciosa que raramente desperta sintomas. Na maioria das vezes, a pessoa não sabe que tem a doença e acaba descobrindo por acaso, através de algum exame de rotina ou durante uma doação de sangue. Pode aparecer também alguns sintomas de doença avançada no fígado, o que geralmente acontece décadas depois. 

O que causa a doença?

É causada pelo vírus C e sua transmissão ocorre por meio do contato com sangue contaminado. Isso pode acontecer por transfusão de sangue, acidentes com material contaminado ou por meio drogas injetáveis.

Quais são os sintomas?

Como vimos, a Hepatite C é uma doença silenciosa. Ela possui duas formas, a aguda e a crônica. A maioria das pessoas que está infectada com o vírus, possui a doença na sua forma crônica. Os seguintes sintomas podem aparecer: 

  • Dor abdominal 
  • Inchaço abdominal 
  • Sangramento no esôfago ou estômago
  • Urina escura
  • Fadiga
  • Febre
  • Coceira
  • Icterícia
  • Perda de apetite
  • Náusea e vômitos

Como funciona o tratamento?

É importante lembrar que nem todos os casos exigirão tratamento. Para saber, é preciso consultar o médico, que saberá informar se o caso exigirá terapia ou não. 

Nos casos em que o tratamento for necessário, a Hepatite C é trata com uma combinação de medicamentos antivirais que serão tomados ao longo de várias semanas. Para os casos mais avançados, um transplante é a opção mais viável. 

Hepatite C tem cura?

Sim! Com os tratamentos atuais, a cura da Hepatite C chega a 95%. Pode acontecer do tratamento não remover o vírus por completo, mas ele poderá reduzir a chance de doença hepática grave. Por isso, muitos médicos usam o termo “resposta virológica prolongada” em vez de “cura”.

E como prevenir a doença?

  • Não faça o uso de drogas ilícitas e não compartilhe seringas
  • Cuidado com piercings e tatuagens. Procure um local e um profissional de confiança. Aproveite para perguntar sobre a forma como a limpeza do equipamento é realizada e repare se os funcionários usam agulhas esterilizadas
  • Tenha seu próprio material de manicure
  • Sempre se proteja em relações sexuais, use preservativos! 

Você sabe o que é sarampo? Conheça mais sobre a doença que voltou para o Brasil!

O Brasil havia atingido algo espetacular em 2016: erradicar o sarampo. Porém, atualmente, três Estados brasileiros estão com surto ativo da doença: São Paulo, Pará e Rio de Janeiro. 

A situação mais crítica acontece em São Paulo. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou 458 casos em 25 municípios, a maioria (363) na capital. 

Mas você conhece a doença? 

O sarampo é uma doença contagiosa que aparece com febre e manchas no corpo. A transmissão é feita de pessoa a pessoa, por meio de secreções que são expelidas ao tossir, respirar ou falar. Ou seja: é de fácil contágio.

Sintomas

Os sintomas iniciais apresentados são:

  • Febre
  • Tosse persistente
  • Conjuntivite 
  • Coriza
  • Fotofobia

Do 2° ao 4° dia, os sintomas acabam se agravando. Além disso, surgem alguns outros sinais característicos da doença, como:

  • Manchas vermelhas (que não coçam)
  • Prostração, que é um estado de abatimento extremo, tanto físico como psicológico. 

As manchas avermelhadas duram aproximadamente três dias. Além de tudo isso, pode causar infecção nos ouvidos, pneumonia, diarreia, convulsões e lesões no sistema nervoso. 

Prevenção

A melhor e mais eficiente forma de prevenir o sarampo é com a vacina. As vacinas para o sarampo são dadas na infância. Deve ser aplicada no bebê de 1 ano e reforçada com a tetraviral, que protege contra o sarampo, rubéola e caxumba.

É importante lembrar também que todo mundo que não tomou a vacina e todos aqueles que não têm certeza se já tomaram, precisam se vacinar. Pessoas de 10 a 29 anos que não tomaram a vacina quando crianças precisam receber duas doses da tríplice viral. Para pessoas de 30 a 49 anos, a dose é única. 

Ps: quem já teve a doença diagnosticada, não precisa se preocupar. Porém, é importante lembrar que existem outras doenças com sintomas parecidos com o sarampo. Portanto, se você não teve a doença diagnosticada, tome a vacina! 

Tratamento

Não existe um tratamento específico para a doença, o foco é na diminuição dos sintomas. Esse tratamento consiste em: 

  • Hidratação
  • Alimentação saudável
  • Suplementação de vitamina A
  • Repouso

É importante lembrar que sarampo pode matar. Se vacine!  

Vamos falar um pouquinho sobre Hepatite A?

Estamos em julho, o mês amarelo de conscientização, prevenção e controle das hepatites virais. O post de hoje é sobre a hepatite A. Vamos conversar um pouquinho?

O que é?

É uma inflamação no fígado causada por um vírus. Geralmente, é benigna e acaba evoluindo para a cura espontânea em mais de 90% dos casos. Além disso, tem um tratamento super simples que, se for seguido direitinho, certamente trará a cura da doença. 

Como é transmitido?

A Hepatite A é transmitida pela ingestão de água ou alimentos que estejam contaminados com material fecal. É mais comum que aconteça em locais sem saneamento básico, onde as pessoas acabam consumindo água sem um tratamento prévio. Além disso, existe um risco ao ingerir alimentos crus, lavados por água contaminada, além de comer marisco ou frutos do mar crus, de água poluída com esgoto.

Também tem o risco de transmissão decorrente da falta de higiene adequada após evacuar. Ocorre quando alguém infectado com o vírus manipula alimentos sem lavar as mãos após usar o banheiro.

Por esses motivos, a hepatite A é frequente em crianças, que muitas vezes não lavam bem as suas mãos após o uso do banheiro. Ao tocar em brinquedos ou materiais de outras crianças, acabam infectando, uma vez que é comum nessa idade levar objetos e mãos à boca. 

Quais são os sintomas da Hepatite A?

Os sinais e sintomas costumam aparecer entre 2 e 4 semanas após o contato com o vírus. Entre os principais sintomas, destacamos: 

  • Fadiga
  • Náusea e vômitos
  • Dor ou desconforto abdominal
  • Perda de apetite
  • Febre baixa
  • Urina escura
  • Dor muscular 
  • Amarelamento de pele e olhos

É comum que a doença dure menos de dois meses, mas pode perdurar até seis meses. Boa notícia: é raro apresentar uma forma grave 😀 

https://blog.docway.com.br/vamos-falar-um-pouco-sobre-hepatite-b/

Existe tratamento específico?

Ainda não. O próprio corpo acaba por eliminar o vírus da hepatite A. Porém, existem formas de acelerar a cura da doença. O tratamento é baseado no cuidado dos sintomas causados pela doença. Algumas dicas para te ajudar: 

Descanse: É normal se sentir cansado ou sem energia para cumprir tarefas simples. Esses sintomas podem perdurar por meses, por isso descanse bastante! 

Faça pequenos lanches durante o dia: A doença acaba provocando náuseas, mas é importante que você encontre formas de lidar com isso. Faça pequenos lanches ao longo do dia com alimentos leves e nutritivos. 

Dê um tempo ao fígado: O fígado é o mais prejudicado pela hepatite A. Por isso, evite medicamentos fortes que possam prejudicar o seu funcionamento. Evite também a ingestão de álcool. 

E como podemos prevenir a doença?

Fácil e rápido: com duas doses da vacina, uma inicial e um reforço após seis meses. Além disso, podemos tomar mais alguns cuidados como: 

  • Evitar carne e peixe crus ou mal cozidos
  • Ter cuidado com frutas e vegetais que possam ter sido lavadas com água contaminada
  • Não consumir frutas vendidas na rua